É hora de dizer tchau!

Olá a todos e todas, saudoso desde já!

Além de ser o último programa do ano, essa edição é também a última do Mulheres de Segunda.

Esse programa foi acima de tudo uma grande aprendizagem para nós que o idealizamos e fizemos durante 39 semanas.

Foi um projeto sonhado e realizado dentro de nossas possibilidades e competências e foi, sem dúvida, uma vitrine e escola para tudo que virá daqui pra frente.

Obrigada a todos e todas que participaram do Mulheres de Segunda nos bastidores. Mas um obrigada especial a todas entrevistadas e todos os eventuais entrevistados.

Feliz ano novo!!!!!!!!!!!!!

Aproveite esse último programa e também a última coluna de nosso fiel colaborador Edmilson Lacerda (obrigada por sempre trazer uma discussão a mais todas as semanas!!!!). Clique aqui para ler a coluna.

 

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Desabafo e revolta!

Por Suelen Lorianny

Olá a tod@s!

Os programas semanais pararam mas a luta não. Eu continuo com projetos e principalmente com meu TCC que é um livro-reportagem sobre Mulheres e ditadura paranaense. A luta continua e de um jeitinho ou de outro vou arranjar um tempo para vir aqui tirar as teias do Mulheres de Segunda.

Hoje minha vontade é de gritar para o mundo, mas principalmente para o Paraná! Ao ler uma reportagem triste e aterrorizante, lavada com um discurso machista de uma “autoridade”, não sei se me sinto mais fraca e desanimada ou se ela me enche de forças para continuar gritando contra esse sistema opressor que vive a culpabilizar a mulher.

Leia a matéria da gazeta intitulada Paraná é o terceiro estado no ranking da violência contra a mulher.

Quero deixar aqui minha angústia em perceber que ainda aceitamos “autoridades” (e sempre usarei aspas para essa nomeação) babacas, opressoras e machistas. Ouvimos que a culpa é nossa por sermos estupradas, violentadas e traídas. Não fazemos direito o serviço em casa, usamos roupas curtas demais e somos muito “dadas” por aí.

 “As mulheres passaram a frequentar o mundo das drogas e a se relacionar com pessoas erradas. Elas queriam direitos iguais e, quando os conquistaram, não souberam o que fazer. É preciso respeitar as igualdades e desiguldades de cada um” – delegado Rubens Recalcatti, chefe daDelegacia de Homicídios (DH) de Curitiba.

Sério mesmo que ele teve a capacidade de dar um discurso infeliz desse? Eu me sinto mal, sinto nojo de um homem assim e raiva por saber que ele é “autoridade” aqui. Minha intenção era escrever um texto calmo, sem muita revolta e palavras pesadas. Só que não dá.

Somos sempre colocadas no pedestal do erro. Já nascemos erradas pelo jeito né? Afinal, com certeza as meninas, ainda sem completar 1 ano de idade, ao serem violentadas elas tinham culpa. Quem mandou elas ficarem ali chorando com um ar tão sedutor? Ou aos 4 anos, quem disse que ela podia ficar sem camiseta para brincar na praia? Ou aos 16 anos, como que ela anda sozinha em uma rua vazia? Ou aos 25 anos, como que ela pode morar fora da casa dos pais e se relacionar com quantos homens quiser? Ou aos 30 anos ser solteira e realizada sem ter filhos e um marido?

Não gente, eu não estou exagerando. Só estou colocando pontos aqui para lembrar que tudo isso acontece enquanto ficamos aqui escrevendo e nos lamentando.

É por isso que quero convidar a todas e todos a expor seu repúdio contra esse delegado! Vamos nos organizar e mostrar que ele não tem o direito de propagar o machismo e a violência contra a mulher em seus discursos, simplesmente por ser uma “autoridade”.

A carta de repúdio vai ser feita e vamos divulgar aqui. Deixarei tod@s atualizados! Se tiver interesse em contribuir, deixa um recado!

Isso é feminismo –  quando falta força para continuar gritando, as mãos ainda se juntam e o coletivo entra em ação.

 

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Feliz dia da Mulher

Parabéns pelo seu dia, mulher. Parabéns a você que é feminina, delicada e nos encanta com sua beleza. Parabéns a você que não é feminista, masculinizada ou vulgar. Parabéns a você que não fala palavrão, porque sabe que isso não é de bom tom para uma mulher. A você que não deixa de fazer a unha, passar batom e fazer escova, mesmo que trabalhe em serviços masculinos em que isso seja totalmente dispensável, porque você sabe, a gente precisa ter certeza que você ainda é mulher.

Parabéns a você, mulher perfeita. Sem estrias, sem gorduras, sem pelos, sem poros. A você que não é gorda e por isso cabe em roupas maravilhosas. A você que também não é magra demais, para podermos admirar suas curvas. Parabéns a você que faz de tudo para se encaixar nesse meio termo imaginário. Colocar peito, tirar barriga, levantar o nariz, depilar a laser, esticar o cabelo, clarear os dentes, malhar glúteos. Parabéns a você que, se for gorda, está tentando emagrecer; porque todos sabem que gordas são mal amadas e não se cuidam. A você que, se for velha, está tentando o tempo todo parecer mais jovem, porque mulher tem data de validade.

Parabéns, mulher para casar. Você, que se dá ao respeito, é uma mulher de família, mulher prendada que sonha em cuidar do marido e dos filhos que ele te der. Parabéns a você que não é uma biscate, que não toma a iniciativa, que não sai na rua usando decote, minissaia e shortinho. A você que não fica com três caras em um mês, que não transa no primeiro encontro, que sabe que não pode ter tanta liberdade sexual quanto um homem. Parabéns também a você, mulher para transar. Que é um fetiche, é desejada, é usada e é jogada fora. Parabéns a você que não é puta, pois vale ainda menos e está abaixo do que podemos considerar como um ser humano.

Parabéns mulher, mesmo se você não for hétero. A você que, mesmo gostando de outras mulheres, continua feminina e sexy, porque assim pode continuar sendo objeto do nosso desejo. Parabéns mulher, por nunca ser levada a sério quando está nervosa ou chateada, porque todos sabemos que é apenas TPM. Parabéns a você, que é má motorista, adora sapatos e sempre estoura o limite do cartão de crédito só porque é mulher. A você que é vendida como cerveja. Parabéns a você, mulher clichê que tanto amamos.

Feliz Dia da Mulher a você, que não tem autonomia sobre seu corpo. A você que sabe que se for estuprada foi porque provocou, a você que se for assassinada pelo parceiro foi porque mereceu. Parabéns a você, que não vai tentar um aborto simplesmente porque não queremos que você faça isso, e não porque a decisão de continuar uma gestação no seu útero seja uma escolha sua. Porque não é.

Parabéns pelo seu dia, mulher. Uma homenagem de quem é a razão de existir do Dia da Mulher e o faz tão necessário até hoje.

Sinceramente,

Machismo.

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Às custas de quem a sociedade burguesa se desenvolve?

Por Vanessa Koetz

Na nossa sociedade, a diferença e as relações desiguais de poder estabelecida entre homens e mulheres têm como base a diferença dos trabalhos existentes na sociedade, historicamente configurada como a divisão sexual do trabalho. Nessa divisão, cabem duas distinções do trabalho social: o trabalho de reprodução da vida (como a criação das crianças, a responsabilidade pela vida doméstica e o cuidado com idosos) e o trabalho de produção social (por exemplo, na produção de artigos para consumo, de carros, de produtos de limpeza, etc.). De longa data, o trabalho reprodutivo é desenvolvido por mulheres, enquanto o produtivo é desenvolvido por homens.

Falar em simples divisão sexual do trabalho não revela que esse trabalho é desprestigiado, invisibilizado e naturalizado na sociedade capitalista e patriarcal. O trabalho reprodutivo é um trabalho não-pago, de graça, um trabalho roubado de nós, mulheres. À maioria das mulheres não resta alternativa do que desempenhar esse trabalho, muitas vezes relacionado a discursos de amor à família em que a responsável pelo “bem-estar familiar” é uma mulher, presa por dependência patrimonial, psicológica e afetiva à sua família. Dessa forma não lhes resta alternativa.

Abrindo um parênteses e indo por outra ponta, tentando fugir do trabalho de reprodução da vida, restaria o trabalho mais repudiado nas sociedades atual e antigas, o primeiro trabalho clandestino e ilegal: a prostituição. Na maioria das vezes, atrelado à dominação da mulher pela cafetinagem e no cotidiano de violência, na prostituição só resta à mulher seu próprio corpo para ser vendido no mercado, em troca de condições de sobrevivência.

Voltando à questão do trabalho reprodutivo, o Estado, por sua vez, visando perpetuar esse modelo de dominação, de um gênero sobre o outro, se exime da prestação de serviços essenciais de saúde, atendimento, educação, etc. responsabilizando as mulheres por esse trabalho. Por sua vez, a luta das mulheres é pela responsabilização coletiva sobre o trabalho reprodutivo, a ser desempenhado por homens e mulheres, e pela responsabilização do Estado por esses atendimentos essenciais à reprodução da sociedade. Um exemplo de avanço dos direitos das mulheres seria, por ex., a criação de lavanderias, refeitórios e cozinhas coletivas; ampliação de vagas em creches, ampliação da educação infantil, dentre outras. Essas mudanças seriam significativas na vida das mulheres com vistas a socializar os trabalhos domésticos, bem como possibilitar que as mulheres tenham maior tempo livre a se dedicar ao espaço público, de protagonização da sociedade.

Do plano da aspiração para o plano da realidade, vemos que esta é uma pauta ainda distante. Como dizer sobre responsabilização do Estado pelos trabalhos reprodutivos em tempos neoliberais, de garantia de Estado mínimo e de privatização e mercantilização de tudo? A privatização da saúde (vide o gerenciamento por instituições religiosas das Organizações Sociais em SP), da educação, da educação infantil, de creches, etc. deixa a impressão que para obtermos direitos, teremos que comprá-los. E como tê-los se a maioria das mulheres hoje, no mundo, vivem abaixo da linha da pobreza? Se somos as miseráveis dentre os miseráveis?

A simples verificação da realidade coloca que os trabalhos mais precarizados são desenvolvidos por mulheres. São eles: trabalhos de limpeza, de cuidado, de cozinha e a prostituição. O aumento de parcerias público-privadas, do trabalho informal (aquele cujo predomínio é da ausência de qualquer garantia de direitos trabalhistas e previdenciários), das terceirizações (em sua maioria de trabalhos vinculados à limpeza, ou seja, despendidos por mulheres) e da transformação de direitos em mercadoria, nos (nós, mulheres) afasta de nossa própria emancipação.

No Brasil, é importante destacarmos algumas peculiaridades desse modelo de desenvolvimento da sociedade burguesa. Seria a questão das mega-construções, que aparecem para salvar uma iminente crise da economia brasileira, com vistas a aquecer o mercado imobiliário, as empreiteiras, e garantir, por um tempo determinado, o pleno emprego. E esse modelo de desenvolvimento não tem o capitalismo enquanto ente abstrato a lhe impulsionar, mas está incumbido por uma materialidade, o Estado, e por seu específico gerenciamento por um governo.

Minha Casa Minha Vida, Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, transposição do Rio São Francisco, são exemplos de programas que impulsionam o setor empreiteiro e imobiliário. Agora, a bola da vez é a Copa do Mundo, sem se esquecer das Olimpíadas e da Copa das Confederações. Inflando o sentimento patriótico, o governo brasileiro fomenta a entrada do grande capital no Brasil e financia, com dinheiro público, esses negócios de retorno privado.

E o que as mulheres teriam a ver com isso? Importante relembrar o caso de Jirau, da revolta de 20 mil trabalhadores, e foi comentada pelo Dep. Federal (PDT) e presidente da Força Sindical Paulinho da Força, que aquilo correspondia à ausência de prostituição no local: “Como é que bota na selva amazônica centenas de homens sem mulher? Era preciso ter bordéis nos canteiros de obras.”Assim, o ilustríssimo coloca que a revolta dos trabalhadores da Jirau, em seu ambiente de trabalho, seriam decorrente da ausência de mulheres se prostituindo e não da precariedade das condições de trabalho e vida. Mais uma vez carregamos uma culpa que não é nossa…

Quando há esse ramo da empreitada, comumente milhares de trabalhadores homens se descolam de suas regiões natais para onde está a oferta de emprego. As conseqüências na região dessas grandes obras é o aumento da prostituição e um boom de natalidade, na qual os Municípios não têm as mínimas condições de infra-estrutura e atendimento à saúde das mulheres e seus filhos/as. E quando a obra acaba, esse contingente enorme de trabalhadores homens, na ausência de outra oferta de emprego, retornam às suas regiões natais, deixando filhos/as aos cuidados da mãe, esta que está desamparada pelo Estado.

Em relação à Copa e às Olimpíadas, as conseqüências são nítidas. Aumento do trabalho informal (venda de alimentos e bebidas nos arredores dos estádios, de materiais de torcida, etc.) e do trabalho terceirizado (protagonizado majoritariamente por mulheres pobres e negras) são certeiros. A especulação imobiliária e a política de despejo de comunidades para a construção dos equipamentos urbanos necessários aos jogos (como estacionamentos, estádios, hotéis, etc.) colocam que a realidade das mulheres pobres será atribulada por muita violência policial e muitas famílias nas ruas, sem ter onde morar.

Políticas de segurança visando coibir a circulação de pessoas de baixa renda nesses espetáculos – ou melhor, nos locais sede, nas cidades-espetáculo – impõe o aumento da criminalização da pobreza, a regência do estado de exceção e a continuidade do genocídio da população negra e pobre (já iniciado com políticas como as UPP’s no RJ).

Como resultado do espetáculo em que se transformará o Brasil, o aumento da prostituição, da prostituição infantil, do turismo sexual, do tráfico de pessoas – em especial o de mulheres – são pontos essenciais para entender porque nós, mulheres, não vemos com bons olhos os mega-eventos no Brasil.

O possível aumento do tráfico internacional de drogas assusta (cabe esclarecer que não dizemos aqui de uma perspectiva moralista, pelo contrário, levando o debate de anti-proibicionismo, com o foco na saúde pública). É notório o fato das mulheres terem um papel fundamental no negócio das drogas, enquantomulas, ou seja, carregando a droga no próprio corpo, por exemplo as ingerindo para diminuir a chance da perda da mercadoria, no entanto, os riscos de oversdose são altíssimos e cujo atendimento à saúde pelo SUS é quase propositalmente inexistente. Muitas delas são negras, africanas, de baixíssima renda e sem nenhum amparo de seu país de origem.

A imagem do Brasil que é vendida para fora? É de pacote sexual, em uma terra onde tudo é permitido. “Mulata” sambando, mulher “dando mole”, muito sexo e a mulher negra como a “carne mais barata do mercado” – já cantaria Elza Soares. Tudo é permitido. Como resultado, vemos o incremento do turismo sexual nas regiões, principalmente, do Nordeste e o aumento da violência sexual (o pensamento é: – Eu sou gringo, nenhuma brasileira falará não para mim!)

Nenhum desses aspectos, que hoje são colocados como desenvolvimento, contribui para a recuperação da humanidade das próprias mulheres, para a retirada na exploração e opressão cotidiana de uma sociedade burguesa, capitalista e patriarcal. Diante disso, nos perguntamos, isso é desenvolvimento? Desenvolvimento do quê? Para quem? E que recai nas costas de quem?

 

*Vanessa Koetz é estudante de Direito da PUC/SP, militante do campo de juventude Barricadas Abrem Caminhos, do Coletivo Feminista Yabá, do grupo Construção Coletiva (do Direito da PUC/SP), da FENED (Federação Nacional de Estudantes de Direito).

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Programa no Uruguai

Por Suelen Lorianny

No final de 2011 fui para o Uruguai, passar a virada do ano com uma amiga. Fiquei apaixonada pela cidade, Montevideo, pelas pessoas, festas, músicas, praças, roupas, abraços… Falo com todas certeza que foi a melhor viagem que eu já fiz. Ainda volto e fico por lá.

Mas aqui quero falar sobre o dia que estava passeando na Ciudad Vieja e me deparei com vários cartazes de uma campanha organizada pelo estado e outras organizações. Os cartazes incentivam o homem a ajudar nas tarefas postas como ‘das mulheres’: cuidar e educar os filhos, participar da gravidez etc.

Tirei algumas fotos para mostrar para vocês. Achei muuuuito bacana a iniciativa.

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Um tchau sem ir embora

Por Suelen Lorianny

Olá a tod@s!

Agora é minha vez de aparecer aqui para dar um tchau. Só que vou dar um tchau sem ir embora. Os programas semanais acabaram, mas o blog continua.

Quero deixar registrado aqui que essa fase do Mulheres de Segunda foi extremamente especial para mim. Aprendemos muito com as entrevistadas, com os amigos que nos questionavam, com os contatos que fizemos e com as diversas experiências que tivemos. Aprendi muito com a Giulia também e sei que isso tudo eu vou levar para minha vida.

Não sei o que vai ser do nosso futuro, mas se com o projeto era isso que tínhamos para viver, já valeu muito a pena. Conseguimos disseminar o feminismo e a luta contra o machismo de uma maneira que nunca imaginei que faríamos. E isso não morre. Os vídeos continuam aqui, todo mundo pode continuar vendo e divulgando.

Quero agradecer de coração todoooo mundo que, de certa forma, fez parte dessa caminhada. Que nos ajudaram, que nos deram ideias, que gravaram e regravaram, que nos suportaram com muito carinho, que nos ensinaram. Aos professores, a tod@s feministas, aos colegas de jornalismo com as dicas de produção, aos movimentos sociais de curitiba e até de outros estados, ao movimento estudantil que também nos apoiou muito, aos familiares que assistiam e indicavam (minha mãe foi a melhor assessora que eu poderia ter! hehehe).

a maior revolução é o amor.

Bom, eu agradeço por todos que me ouviam com os discursos de indignação e também com os desabafos. Chorei muito nesse tempo e me alegrei também.

Não gosto de despedidas, mas acho bacana agradecer e reconhecer quem esteve do nosso lado. Só não vou citar nomes porque, com certeza, iria esquecer alguém.

Ainda assim, se quiserem participar, escrever, mandar fotos e vídeos para publicar aqui, o blog está aí para isso! Para continuar na luta e ser usado como ferramenta! O nosso contato é o mesmo, é só mandar um e-mail que estamos aí! Nós duas continuamos na luta. Tod@s unidos por uma sociedade livre e igual. Ainda tem muita coisa para mudar, ainda temos muitas mulheres para ajudar, muito machismo que precisa acabar!

“Vamos lá mulherada, para a rua! Quero ver essa saia rodar.. Entoando um canto de luta, se movendo para o mundo mudar. Desse jeito é que começa, rodando a saia e largando o fogão! Rompendo com a velha estrutura, pois queremos a revolução!”

Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros – Che Guevara.

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REDE MULHER COM DEFICIÊNCIA

FEMINISMO, DEFICIÊNCIAS, INCLUSÃO, EXPERIÊNCIAS, PARTILHAS

Seja bem-vinda a este espaço. Nossa vontade aqui é, juntas, descobrimos caminhos, saberes, estradas, significados. Partilhar sempre, trocar muito, acolher-nos. Ser mulher é uma tarefa interminável e um mistério inconfessável. Ter uma deficiência é uma jornada, em busca de si mesma. A rede é criada por você e para você. Faça dela sua casa. Beijos grandes, ternura infinita!”

No site http://mulherescomdeficiencia.ning.com/ você encontra muitas informações sobre mulheres com deficiência, eventos, grupos, vídeos, debates sobre o tema.

Vale a pena conferir!

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